17 de agosto de 2017

BNP NO EVENTO DA LIRITTY : WORKSHOP DE AUTOMAQUIAGEM

Semana passada eu soube de um evento bem badaladex que aconteceria na loja Liritty do calçadão da Caxias. E o BNP foi convidado para participar e cobrir o evento de pertinho; e com todo o amor que a gente tem pela marca vide post sobre as marcas cariocas para conhecer a gente esteve lá.

Bem, pra quem não sabe, reforço mais uma vez que a Liritty vem se encaminhando para um mundo mais slow, consciente e cheio de lindezas nas peças que são produzidas durante suas coleções únicas. 


O evento contou a participação do querido @gabrielramos6. Um maquiador mega profissional (se liga nos jobs dele gente), simpático, cheio do carisma e conhecimento no que faz e super simples. 😉


Gabriel é maquiador há 8 anos e dentre esses anos de profissão, tornou-se um dos maquiadores muito bem conceituados de artistas. Trabalhou em séries no multishow e em campanhas publicitárias e editoriais. Atualmente, com todo o amor pelas noivas, dedica-se a elas aos finais de semana <3 . Já podem olhar a galeria dele que é puro luxo. 



Durante o workshop que estava rodeado de gente cool e super interessada em aprender o que esse furacão estava lá para ensinar, afirmou umas curiosidades bem bacanas a respeito do mundo da make: 

  • Passar primer tá valendo mesmo para fechar os poros e ajudar a pele a receber os próximos produtos;
  • Se a sua pele não é tão uniforme assim, é indicado passar o corretivo nos pontos necessários antes de aplicar a base;
  • A melhor base para peles com mais linhas de expressão são as fluídas; 
  • Rola de usar o mesmo pincel pro olho desde que as cores sejam na mesma cartela;
  • Para aquela make da night e pra fazer um esfumado bem bonitão preto, ele indica que se comece pelo marrom e vá indo até o preto e o mais bacana é que dá pra fazer esse preto com delineador <3 . 


























Essas foram as duas makes produzidas pelo Gabriel, uma para o dia e outra para noite e ambas são inspiradas na make que ele fez para as novas coleções da marca : seventies flowers, sweet girls e summer vibe. E todas as peças das coleções vocês encontram no e-commerce. 



Diante do pequeno acervo de Gabriel, o evento contou ainda com a presença de convidados especiais, pessoas queridas e da galera que foi para prestigiar o trabalho dele e aprender. 

O evento era pra lá de bom que até bartender e DJ teve. Que por sinal, super indico o trabalho do @Felipeorelhaoficial porque o cara manda super bem nos drinks. 😀



Pra vê de perto e ficar com água na boca, esses são os maravilhosos doces da Mariana, que administra e confecciona os @docesdujour, me diz você se isso não vale a pena dá um follow?! 








E claro, não poderia deixar de mostrar o #lookdacamis que usei no dia e ameeeeyyyy. [calça do acervo do papis de décadas atrás, camiseta renner, blazer mercatto, sapato riachueo] 😉


 Agradecimentos ao maquiador mara, a amiga linda e parceira 💚


E claro, a equipe Liritty Caxias, o que seria da loja sem essas meninas? Valeu Eli e meninas pela simpatia e recepção <3



Por fim, a gente agradece esse momento lindo de troca de ideias, de conhecer pessoas e de poder participar desse evento enriquecedor .

E já fiquem atentas, já soube de outro evento da Liritty que agora vai rolar na 25 de agosto também em Caxias, olhem o evento do facebook.

Bjks.

*em breve teremos outro post sobre a marca, fiquem atentas*

8 de agosto de 2017

VIDA SOCIAL X VIDA VIRTUAL.

foto de 2015, de um ensaio em que fui modelo para uma amiga. 

O papo agora é bem íntimo, é que esse tema já vem martelando na minha cabeça há dias, se não meses e eu preciso falar sobre. 

Eu sei que a tecnologia como um todo veio para facilitar a nossa vida de todas as formas: agora dá pra pagar conta através do internet banking; dá pra papear com amigos que estão a metros ou quilômetros de distância de você sem gastar fortunas de dinheiro; dá pra fazer pequenas manutenções do computador sem sair de casa; dá pra consumir cama-mesa-banho-roupas online, dá pra comprar até eletrodoméstico no e-commerce; dá pra aprender receitas de culinárias, receitas de sobrevivência e de quebra você ainda pega umas dicas de como se maquiar.

É tanta informação que o cérebro recebe que fica até difícil de conseguir armazenar isso tudo, no fim das contas a gente acaba apenas lembrando daquilo que de fato vai fazer e usar.

Mas o que anda me preocupando é a forma que estamos vivendo a vida online e como deixamos de viver a vida fora dela, das redes sociais.

Frequentemente pego transporte público e na maioria das vezes opto por ler *mesmo que seja um pdf* do que estar online nas mídias sociais, faço uma pequena contagem a minha volta e percebo que mais da metade das pessoas que me cercam estão conectadas e concentradas em seus smartphones, mas nem se quer viu quem sentou do seu lado.

É certeiro de que não conseguimos mais estar entre amigos sem nos conectar ao telefone, sem querer registrar o momento para postar em alguma das mídias ~ essa eu posso dizer por mim, mas tenho procurado minimizar ~, os encontros entre amigos não saem dos convites do facebook ou dos grupos do whatsapp, se alguém interrompe seu momento de conversar com o crush ou de ficar passando storie por storie você já fica irritado, se demoram pra responder a sua mensagem você já quer reclamar, depois que o tio google evoluiu todo mundo tem opinião pronta a respeito de qualquer coisa.  

Só sei que tenho saudades de sentar na calçada com os amigos até cair de sono e não aguentar mais conversar e contar sobre a semana e os planos pra vida; de poder telefonar pra dizer que sinto saudades; de olhar nos olhos e perceber o momento pelo o qual a pessoa está passando; de marcar um compromisso e comparecer; de olhar as pessoas olho no olho; de trocar bilhetes ou cartas; de fazer novas amizades nos transportes ou de jogar conversa fiada; de rir até a barriga doer.  E sinceramente, é com poucos amigos que ainda consigo fazer isso porque sem perceber nos tornamos prisioneiros da internet.

Ainda que a internet seja eficiente, unindo pessoas, juntando amigos, criando networking, ajudando na divulgação de trabalhos e na criação de novas áreas, a mesma também desfaz,  exacerbação de seguidores, a quantidade de amigos desconhecidos te dando like, os comentários com duplo sentido, são causas disso.

Dá pra contar nos dedos sim as pessoas que conseguem lidar com esse momento tecnológico que estamos vivendo e se não nos cuidarmos, podemos nos tornar seres ainda piores, já que a tendência é de a internet se tornar o maior meio de comunicação.

Estamos ausentes de amigos, não tratamos mais com o mesmo carinho e zelo de antes, deixamos de ser empáticos e principalmente simpáticos, paramos de perceber a aflição no olhar pra esperar uma publicação e ler nas entrelinhas o que aquela pessoa está passando. Nos tornamos doentes mentalmente por querer viver apenas atrás de uma tela que brilha e ainda faz mal aos olhos.

Então se ter uma vida mais real te interessa, viva mais a vida off, ela também é boa, tenho experimentado e vale a pena. Que você consiga sorrir e se preocupar mais com as pessoas que estão do seu lado e não com quem está no topo do seu messenger ou do whatsapp. Considere viver mais com aqueles que se achegam querendo estar perto de você.

E lembre-se não é deixar de desfrutar da praticidade que a internet trouxe, mas sim saber viver com equilíbrio.

Bjks. 

5 de agosto de 2017

6 DICAS PARA VOCÊ SE TORNAR UM CONSUMIDOR AINDA MAIS CONSCIENTE

Depois de ler esse post do Chata de Galocha, decidi adiantar esse post aqui [é que ele estava programado para daqui a uns dias]. A realidade em que estamos vivendo e os dias de liquidação invadindo nossas telas, exigiu minha presença sobre o consumo consciente mais uma vez e eu não poderia negar.

Sempre que se fala em consumo consciente, a ideia que temos é que isso é algo bem longe da nossa realidade; inalcançável ou até mesmo impossível; ou que precisaríamos deixar de comprar em fast fashion e consumir mais nas marcas autorais ou em nas slow fashion. Mas com pequenas atitudes durante o decorrer da vida, você pode abrir os meios para se tornar um consumidor mais consciente nas futuras escolhas.


Na realidade, se pararmos pra pensar sobre as compras que fazemos, é bem possível que mais da metade das peças de roupas, acessórios, sapatos e bolsas não são usados há um bom tempo. Ou a gente guarda pensando que vamos usar na próxima estação, mas ela chega e não usamos; ou acreditamos que vamos emagrecer uns quilos pra enfim entrar naquela calça; ou até mesmo perder uns centímetros de braço pra blusa deixar de ficar apertada; ou porque temos apego a determinadas peças. Mas no fim o que acontece é que, por mais que a gente pendure ela no cabide ou guarde no melhor espaço da gaveta, ela continua não sendo usada.

Se você tem mais peças não usadas do que usadas, é hora de rever o seu consumo [e também aprender a desapegar]. 


Mas como se reeducar não é uma tarefa das mais fáceis, lá vai algumas dicas que talvez você já tenha visto por aí e já conheça, e agora é a hora de colocarmos ela em prática.

Digo por conta própria, por mais que eu tenha uma vontade absurda de consumir algumas peças [principalmente nessa liquidação de inverno onde tem botinha por 79, ou pantalona à 39), tenho tentado ao máximo fazer alguns renovos no armário com o que tenho. Seja otimizando a peça com botões novos, ou fazendo um DIY pra evitar de comprar a calça do momento, seja customizando e dando uma cara nova ao blazer, seja usando sapatos que não uso há tempo, seja doando ou vendendo peças. 

Fazer tais atos ajuda a manter a mente e o bolso equilibrados, já que a gente consome tanto e no fim, de fato usamos tudo o que temos muito pouco. Ao fim das dicas, te garanto que se você praticar algumas delas, a leveza será certa. Além de que irá economizar uns reaiszinhos, vai contribuir na amenização da poluição e de quebra pode ajudar alguém com aquela doação mara. <3

1. Você pode começar optando por consertar invés de substituir

Nada de substituir a camisa branca só porque o botão caiu, ou de deixar o vestido porque ele deu um pequeno rasgo. O botão você compra em lojas de costura e o rasgo é só dá um ponto com agulha que fica tudo certo, mas se o problema for com jeans, veja esse vídeo. Se você não souber consertar as peças, certamente a sua costureira do coração saberá te ajudar. Isso já será uma economia e tanto. :) 

2. Use os produtos até o fim

A gente sempre quer se atualizar do que tem de novo no mercado e por conta disso, as vezes acabamos comprando um creme de pele novo mesmo quando temos um outro pela metade, compramos botas quando temos uma que só foi usada poucas vezes e por aí vai. Roupas e acessórios no geral foram feitos para serem usados até terem um fim, engana-se quem acha que roupa só foi criada para usar apenas uma vez. Sendo assim, use o que tem até acabar, é uma forma de não desperdiçar dinheiro e ainda colocar a criatividade pra jogo ao usar aquela peça. E claro, quando for consumir, tá valendo comprar roupas em brechós ou itens de feiras vintage, assim você ajuda a estender a vida da peça sem peso na consciência. <3

3. Invista no consumo colaborativo

Ao invés de jogar fora aquilo que não usa mais, troque, alugue, empreste ou doe. Além de economizar grana, você evitará que esses itens virem lixo. Se você não souber mais o que fazer com o que tem guardado no armário, compartilha com as amigas, faz uma doação, "troca figurinha", organiza um bazar entre elas, tá valendo de tudo, inclusive compartilhar objetos de decô (principalmente de festas infantis que sempre sobra).

4. Apoie as marcas locais

Quando você compra de produtores locais e até mesmo de designers independentes, você não apenas contribui para um comércio mais justo, como também incentiva modelos mais inovadores, éticos e ‘limpos’ de produção. Então tá valendo conhecer as marcas das redondezas e até mesmo saber o procedimento do processo de produção delas. Que tal?

5. Reveja seu armário

Esse é o momento que antecipa o item 6. Tire um tempo; seja umas horas, um dia, um final de semana - reveja seu armário. Tire tudo o que você tem de dentro, mas calma, não faça isso de uma vez só, tire por categorias: blusas, calças jeans, calças de tecido, camisas, vestidos, saias, shorts, macacão, macaquinho, sapatos sim e vale até acessórios. 1- você pode criar looks diferentes com essas peças, principalmente com as que você não usa há um tempo; 2- esse é o momento de avaliar o que ainda cabe ou não em você; 3- separe as peças que retirar do armário por categorias, como por: doação, sem utilidade - para casos de peças com desgaste e para vender, assim fica mais fácil de visualizar depois que for organizar novamente. Essa é uma prática que pode ser constante, você fazendo isso a cada 6 meses já adianta muito em rever o que você tem. Aqui se deixar eu faço todo mês e sempre sai algo. 


6. Cuidado com as liquidações

Depois da dica 5 e de ler o post você não precisa comprar tudo [ você já tem mais ou menos uma ideia do que poderá fazer] onde eu falei sobre o momento de liquidação e relatei algumas situações que as lojas fazem para nos chamar atenção. Por isso te digo, agora que você já fez aquela limpa no armário, renovou umas peças, separou outras para doação, tirou algumas para usar. Se for optar em comprar algo, faça uma lista do que você acha que precisa no momento [porque uma compra precisa ser uma NECESSIDADE  e não um DESEJO], faça uma pesquisa do preço anterior e do atual em liqui para comparar, pois nem todas as lojas colocam o "de - por" nas peças. Após isso coloque uma escala de prioridade. Eu sei que pode não funcionar muito, mas ajuda se você comprar algo que estava fora dela, ou se abusar das promôs. <3

* acredito que todo mundo tem uma 'wishlist' mesmo que mental, por isso a dica da lista pode ser constante, mas priorize sempre a sua necessidade e não uma satisfação momentânea.

Ser um consumidor consciente não é deixar de comprar, mas é comprar com cautela.
Espero que tenham curtido o post, se tiverem mais ideias, comentem aí, vou adorar saber.

Bjks.